É a sua primeira visita?

Entenda a Minha História.

segunda-feira, 1 de março de 2010

Jogo dos 7 Erros.

Vou te dar 2 minutos para ver a diferença entre essas duas fotos:


Viu?

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Ali, um rato de laboratório, no colo do pai, na hora do presunto?

Vê se eu mereço....vêeeeee se eeeeeeeu mereeeeeeço!!! Botaram mais uma pra dentro de casa!

Quando eles chegaram com aquela barata branca eu fingi que não vi.

Olhei prum lado.

Olhei pro outro.


Respirei fundo e contei até 10 como ensinam os livros, para ver se a aberração desapareceria.


Nada! Ainda estava lá, não era uma alucinação!

Aí pensei, bom, vou fugir pelo ralo!

Comecei enfiando a pata.
Depois botei duas patas lá dentro, estava quase conseguindo sair pelo ralo...

Mas não teve jeito. Entalei!

Será que pelo buraquinho da torneira eu passo?

Acho que não cabe né?

Bom, vou fugir pela porta da frente mesmo!
Assim que eles abrirem a porta eu saio correndo e ninguém me pega mais!!!

Esperei... esperei... espereeeiiii..zzzz.......

Peguei no sono de tanto esperar alguém abrir a porta.
Ô mãe, tu não recebe visita não?!


Bom, enfim. Não consegui fugir, então tive que ficar aqui mesmo.
Eu disse que se entrasse mais um eu ia embora, mas depois pensei...a mana Minnie virou estrelinha, então na verdade não tem um a mais, tem o mesmo número certo?

Além do mais, mamãe disse que para superar a perda de um amor, um novo amor ajuda. Eu não entendi muito bem o que ela quis dizer, porque eu sou todo o amor que ela precisa!

Dá uma olhada nas figuras...
Mano Panda tá um bobão. Não sabe nem fazer fuuuu.

A Penélope, que mais parece um lemingue, tá lá. Nem castrada foi ainda, tá tomando as injeções primeiro.
Além de ser a "lemingue" ela também é a "repetida".
Obviamente porque agora tem duas "quero-ser-siamês".

A cama da mãe tá que nem te conto. Superlotação.
Tá pior que ônibus na hora do pico.


Aí ainda me botam um rato branco pra dentro de casa, vê se eu aguento?!

O nome dela é Lila. Surda ainda por cima.

Quando eu vi aquele rato branco ali no cantinho, xinguei, esperneei, fiz fuuuu, chamei de tudo que é nome. Ela nem aíiii...
Logo percebi que a coitada era surda né? Senão já tinha saído correndo de medo de mim!
Mais uma pra dividir minha comida...

E haaaaaaaaja comida!

Não, olha..vou te contar! Minha mãe não tem noção de espaço! Como que a criatura me bota 5 gatos dentro de um apartamento???

Olha a cara dela, não é mesmo um rato branco daqueles de laboratório?!
Já fez amizade com a lemingue, que são mais ou menos da mesma idade, né?
Você não imagina a bagunça que elas fazem!

E eu tô sentindo o peso nas costas.
Porque agora eu sou a mais velha da casa né?

Ai ai ai...onde é que essa casa vai parar!!!




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Selinhos!

Recebi esse selinho da Luna, do Rodolfo e da Tifani. Super meigo! Obrigada gente!



E recebi esse outro da tia Graça, da Kika e suas Idéias. Adorei!

Tia Graça, adoro as fotos de gatos do seu blog, um mais fofo que o outro!


Todos são bem vindos a pegar esse selinho e colocar em seus blogs!

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quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Reencontro.

Venho aqui hoje, com o coração partido, informar que a mana Minnie foi levada semana passada para dormir o sono eterno dos merecedores.

Com muita dor na região da barriga, lambendo freneticamente a pele na tentativa de obter algum conforto, com dificuldade para andar e fazer suas necessidades devido ao câncer se espalhando por toda a região, ofegante por causa do calor absurdo beirando os 44 graus que fez nos últimos dias, papai e mamãe decidiram que seria o melhor para ela.

Que acabaria assim, todos nós já sabíamos.

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É lutar uma batalha perdida.
É ter garra onde não há esperança.
É esperar enquanto não se tem mais tempo para nada.
É deixar partir quando se ama muito.
É amenizar a dor, mesmo que isso signifique nunca mais se ver.

Quem já passou por isso sabe.
Quem já passou por isso já sentiu a culpa no coração. Culpa por não poder fazer nada mais. Culpa por brincar de Deus, escolhendo um dia e hora para dar fim à uma vida.

Quem já passou por isso já sentiu também o alívio.
Alívio por ter poupado uma vida da dor insuportável de um corpo doente e velho.
Alívio por ter ajudado um ser vivo que de maneira alguma merecia sofrer.

E quem já passou por isso, também sentiu depois a certeza.
A certeza de que essa foi a escolha certa.
De que, de todas a opções, essa era a única que viria a fazer alguma diferença.
E por mais difícil que tenha sido, escolhemos o que por toda a vida tentamos evitar.
A morte.

E quem já teve que passar por isso, sabe o quanto de lágrimas derramamos.
Naquele último abraço em volta do pescoço do corpo deitado.
Naquele último olhar nos olhos cansados.
Naquele agradecimento que falamos baixinho, em soluços, mas que sabemos que foi ouvido.
No silêncio da volta pra casa.
Quando você sabe que quem você deixou não vai estar lá para te receber quando você entrar.

E só nos restam lembranças.
A coleira.
A caminha.
A toalha.
O resto da comida no pratinho.
E os milhões de momentos que tivemos durante uma vida toda. Esses, jamais serão esquecidos.
Não importa quanto tempo passe. Nem quantos animais venham depois desse.

São todos únicos e insubstituíveis.
Cada um com seu jeitinho especial.

E depois que tudo se acaba, olhamos para o Céu.
Lá está ela. Brilhando. Feliz. Curada.
A mana Minnie.

Mamãe acredita que para os amigos nunca dizemos Adeus.
Porque o reencontro é certo quando a amizade é verdadeira.
Nessa vida, ou em outras mais.


Então mana Minnie, até breve!

Descanse em Paz.

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terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Partes de Uma Vida.

Faz um tempinho que estou enrolando pra contar isso pra vocês, mas hoje resolvi sentar aqui e falar tudo de uma vez.

Sabe minha mana Minnie, né?
Em dezembro de 2008 ela passou por uma cirurgia para retirar tumores enormes das tetinhas dela.
Antes de perguntar porque eles estavam tão enormes assim e minha mãe não fez nada, deixa eu explicar: minha mãe e meu pai tinham um veterinário de confiança que cuidava das manas fazia quase 10 anos, ele atendia em casa porque as manas não gostavam de carro, era muito stress, então quando precisava, a mãe ligava e ele vinha em casa ver as manas.

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Bom, esse veterinário sempre falava que aquelas "bolas" na barriga da mana Minnie eram "nódulos de gordura" e que poderiam ser retirados para efeito de estética. Ou seja, minha mãe e meu pai somente teriam que submeter a mana à uma cirurgia se eles não quisessem ficar tocando naquilo ou se achassem feio aquelas bolas na barriga dela. Claro que esse nunca foi o caso. Parecia que ela estava com as tetinhas inchadas, essa era a visão. Mas quando se tocava, dava pra ver que era bem duro.

Bom, aí minha mãe resolveu me adotar, e depois que a mana Kelly foi pro Céu, a mana Minnie ficou meio ruinzinha. Ao invés de chamar o veterinário de sempre, minha mãe resolveu levar a Minnie na mesma doutora que eu vou, e que minha mana ferret Mimi foi tratada. A doutora brigou com ela perguntando como que ela não tinha visto aqueles tumores cancerígenos antes!

Minha mãe quase teve um treco. TUMORES??? São nódulos de gordura!!!
"Não, não são, são tumores enormes que provavelmente já devem ter se espalhado para todos os outros órgãos! Vamos fazer alguns exames e interná-la imediatamente!"

E foi aí, em dezembro de 2008, que a mana ficou 10 dias internada para retirada de toda cadeia mamária. Felizmente e milagrosamente os tumores não se espalharam, e olha que eles estavam dentro do corpo dela por 4 anos! (E o doutor lá falando que era gordura...)


Bom, em dezembro do ano passado nova cirurgia foi marcada, porque os tumores voltaram. Porém, quando a veterinária trouxe os exames para o papai, falou que seria impossível realizar a operação, porque a barriga dela estava muito irritada e vermelha, e provavelmente era porque o câncer tinha ido para a pele da barriga também. Teríamos que acalmar a pele da barriga primeiro, para depois fazer a cirurgia para retirada dos tumores.

Para isso foi contratada uma especialista em oncologia, que consultou a Minnie juntamente com a doutora que cuida de mim, porque a idéia era fazer algumas sessões de quimioterapia para que o câncer regredisse um pouco, fazendo assim a operação ser possível.

Acontece que quando a doutora viu a barriga da mana ela se assustou, e disse sinceramente que a quimioterapia para o tipo de tumor dela não traria benefício algum.

Tentamos alguns remédios fracos, outros fortes, para pelo menos aliviar o incômodo da barriga da mana, mas esses só trouxeram vômitos, diarréias e indisposições. Foram cortados os remédios.


A mana Minnie já tem 13 anos. Desses 13, onze foram aqui com o pai e a mãe.
Ela está agora nas mãos de Deus. Papai e mamãe estão cuidando dela e fazendo compressas na barriga dela para aliviar a dor que ela sente ali, porque a pele da barriga dela parece borracha rosa, de tão ruim que está.

Se a quimioterapia não adianta, e sem a regressão do tumor não há como realizar a cirurgia para remoção, então papai e mamãe decidiram que vão deixar a mana assim até quando Deus quiser e permitir.

Enquanto ela estiver comendo e bebendo, enquanto ela estiver abanando o rabinho, pulando em cima de todo mundo e mordendo a coleira para passear, ela vai ganhando mais e mais dias para viver.

Que sejam felizes.
Que sejam dignos.
Que se faça valer cada momento do pouco que resta.


E, se um dia, ela acordar com aquele olhar sofrido pedindo ajuda, somente uma coisa poderá ser feita.

Por mais que doa ou que se derramem lágrimas, estaremos todos lá para ajudá-la a partir em paz e sem dor.

Mana Minnie, aguente firme aí! Nós te amamos muito!


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segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Éramos 3...? !!!? !!!!

Então...

Tava eu lá, no bem bom, roubando um suquinho de abacaxi básico...


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Tavam eles lá, no bem bom também, tirando aquela soneca depois do rango...



Quando de repente...
Papai chega em casa.
Olhei pra porta...

Tá de brincadeira né? Tô sonhando ainda, só pode ser.

MAMÃE, FALA QUE EU TO VENDO COISA QUE NÃO EXISTE!!!!

"Que foi mana? Aconteceu alguma coisa?"
Chegou outra.

"OUTRA? Outra o que?"

"Outra você diz...outra...ga...ga..gaa...GAAAAATA?"



...Conta a lenda, dessa vez, que papai foi visitar vovó.
Vovó tem vizinha gateira, que vive recolhendo gato de rua e arranjando dono.


A gatinha sentou no colo do pai e não teve jeito de tirar ela de lá.

Papai ligou pra mamãe avisando sobre o "problema". Disse que ia levar a dita-cuja pra casa pra mãe "ver".

Honestamente, quem precisa VER alguma coisa? É só tirar ela do colo à força e problema resolvido!

Ahhh...não...não com meu pai e minha mãe.
Tinha ele que trazer a outra pra cá, minha mãe até cama já tinha botado pra ela, vê se pode!
Aí tu acha que ela ficou ali no cantinho?

Guria...a piá veio se botando na casa toda, se esparramou assim, que parecia que morava ali antes de mim, ABSUUUUUURDO!


Bom, o único que deu bola pra ela foi o cabeça de ovo do Panda né, tinha que ser.

Eu acho assim ó.
Muito bonito você querer salvar o mundo certo?!
Mas HELLOUUUU, mamaaaaãaaae, moramos num apartamentooooo!!!
Se você botar todo mundo na Arca de Noé com a intenção de salvar o mundo, querida, O BARCO AFUNDA!!!


Imagina, olha a outra ali, mal chegou já vem pulando em cima da cama, que que é isso???
Penélope? É esse o nome acho.
Que diferença faz.

É o fim da picada.
Se entrar mais um aqui saio EU!

Fuuuuu!!

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sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Um Cachorro chamado Fé.

Recebi um email com essas lindas e comoventes fotos, junto com uma história.
Quero dividir com vocês, é realmente uma lição de vida.


"Essa é a história de um cachorro que nasceu na véspera do Natal de 2002.

Ele nasceu com 3 patas - duas saudáveis e uma anormal na frente, que teve de ser amputada.
Certamente ele não conseguia andar quando nasceu. Até mesmo sua própria mãe o rejeitou.
Seu primeiro dono também não acreditou que ele sobreviveria e até pensou em eliminá-lo.

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Naquela época, sua atual dona, Jude Stringfellow, entrou em sua vida e começou a cuidar dele. Ela estava determinada a ensiná-lo e treiná-lo a andar por si só.
Ela acreditava que o cachorrinho só precisava de um pouco de FÉ. Por isso foi-lhe dado o nome de "Faith" (Fé em Inglês).

No começo ela colocava Faith numa prancha de surf para que ele sentisse os movimentos da água. Mais tarde lhe dava pasta de amendoim numa colher, como recompensa por ter ficado ereto e saltar pela casa.

Até outros cachorros da casa o ajudavam e o encorajavam a caminhar.

Surpreendentemente, após apenas seis meses, como que num milagre, Faith aprendeu a se equilibrar em suas duas patas traseiras e saltar se movendo para frente. Depois de mais algum treinamento na neve ele começou a caminhar como um ser humano!

Faith adora passear.
Não importa aonde ele vai, ele sempre atrai pessoas à sua volta. Agora ele está ficando famoso no cenário internacional. Ele já apareceu em vários jornais e espetáculos de TV. Há, inclusive, um livro cujo título é "With a Little Faith"( Com um pouco de Fé), publicado a seu respeito."

"Mesmo sem um corpo perfeito, alguém pode ter uma alma perfeita."

Impressionante não?

Então que tal se nós todos começarmos esse ano maravilhoso também com um pouco de FÉ?!
Afinal, quando se quer realmente alguma coisa, tudo é possível!

Procure aquela força dentro de você e faça com que seus sonhos se realizem!!!

Feliz 2010!

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Primeiro selinho do Ano!

Recebi! Meu primeiro selinho de 2010, que emoção!
E uma fofura de selinho!
Ganhei lá dá Journal Kittens.

Brigadaaaaa!

E depois a tia Luzinha (tia tava morrendo de saudade de vocêee!) lá do Black Cat me deu esse!


Parece que é um tal de Superior Scribbler (SS) importante que veio lá da França para comemorar o post de número 200.

Que nome comprido prá botar num gato né? Ou não é nome de gato?

Tia, brigadaaaaaa!! Vou passar aí pra comer um petisquinho!

Beijo de nariz em todo mundo!


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